Quem viveu os anos 80 como eu, sabe da importância do Barão Vermelho para o rock nacional. Tive a oportunidade de bater um papo bem bacana com um dos membros formadores do Barão. Dé Palmeira é um cara boa praça, extremamente acessível e que tem uma estrada de invejar qualquer um de nós. Aproveite e aprenda!!!!! Abraço Jota Jota Quem conhece a história sabe que você saiu do Barão Vermelho não por motivos musicais, mas pra crescer como músico e expandir as fronteiras. Mesmo assim deve ter sido uma decisão muito bem pensada, certo? O fato é que eu estava querendo ganhar mais espaço dentro do grupo, compor mais etc… o que não era possível naquele momento, isso gerou em mim certa frustração que foi ficando maior com o tempo e foi dar na minha saída. Sobre a decisão em si, na verdade não pensei muito não. Depois que você saiu do Barão você montou o Telefone Gol, que tinha um som muito bacana e clip da música de trabalho lançado no Fantástico etc e tal. O que aconte...
Conhecimento compartilhado Músico, educador, side man e artista solo, Adam Nitti vêm investindo pesado na difusão do ensino do contrabaixo o que lhe confere um lugar de destaque no universo do instrumento na última década. jotajotaoliveira Dono de uma técnica fantástica,Adam Nitti já trabalhou ao lado de Scott Henderson, Peter Erskine e Mike Stern entre outros gigantes da música instrumental. Atualmente participa dos famosos cursos de imersão de Vitor Wooten e Gerald Veasley. Além de colunista da BassPlayer americana, Nitti esteve envolvido durante muito tempo com o famoso MusicDojo, site pioneiro no ensino online. Recentemente, o músico lançou o Adam Nitti Music Education, portal digital onde dá prosseguimento ao seu trabalho de educador e lhe permite alcançar de forma mais direta músicos do mundo todo. Acompanhe a seguir um papo com inúmeras dicas deste que é considerado um dos mais influentes contrabaixistas da atualidade. M...
Como a música entrou em sua vida? Essa é engraçada. Eu tinha uns cinco anos e era hiperativa, batia em todos os coleguinhas no jardim de infância. Encaminharam-me para uma psicóloga e lá, tinha um pianinho. Sentei e ali fiquei tranqüila a consulta inteira. A psicóloga logo concluiu que eu precisaria de um estímulo artístico para extravasar minha energia acumulada. Mudei de colégio, comecei a tocar flauta doce, harpa, violino e fazer canto coral. Apaixonei-me. Ia com a flauta até no banheiro para ajudar na meditação (rsrsrs). Mais tarde comecei a tocar flauta transversal, violão e a praticar mais e mais o canto. O mais legal de tudo é que parei de bater nos coleguinhas, menos naqueles que mereciam, é lógico... O que te levou ao Baixo Elétrico? Bem, na adolescência minha mãe começou a me mostrar os clássicos do Rock e eu amei! Queria montar uma banda com minhas amigas de colégio de qualquer jeito! Na verdade, queria tocar bateria, mas era inviável ter uma...
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